Os pequenos grupos, desde os tempos bíblicos, foram utilizados, inclusive pelo próprio Jesus, como estratégia para o discipulado, treinamento de pessoas e efetivo cumprimento da missão. Eles estão presentes, também, de modo marcante, na história do movimento metodista no século XVIII, na Inglaterra.

Já há algum tempo a igreja contemporânea está redescobrindo o valor e importância dessa estratégia para os dias atuais. A Igreja Metodista Central em Juiz de Fora compreende isso e tem adotado o pequeno grupo – célula – com vistas ao crescimento saudável e sustentável, desenvolvendo quatro ações principais: ganhar, consolidar, discipular e enviar.

As nossas células se reúnem uma vez por semana. São reuniões nos lares, com duração de, no máximo, 1h30. Ali as pessoas são acolhidas, há louvor, adoração, estudo da Palavra de Deus, oração, muita comunhão e edificação mútua.

O alvo final das células é a multiplicação com vistas à expansão do Reino de Deus, seus valores e princípios, vividos por discípulos(as) aliançados com Jesus Cristo e uns com os outros.

Por tudo isso pode-se dizer que as células não são um modismo e muito menos têm um fim em si mesmo. O que buscamos com essa estratégia é dar maior mobilidade e visibilidade à igreja em sua ação missionária em um contexto de tantas necessidades, especialmente de Deus e de conhecer o poder do Evangelho salvador e libertador de Jesus Cristo.

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